Em 1995, o Ministério da Saúde do Brasil começou a discutir com maior intensidade o tema acreditação, com a criação do Programa de Garantia e Aprimoramento da Qualidade em Saúde. O grupo técnico do Programa iniciou levantamento de manuais de acreditação utilizados no exterior - Estados Unidos, Canadá, Catalunha/Espanha, Inglaterra, entre outros.
Este conjunto de atividades fez com que fosse encaminhado um projeto ao Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade, que definia metas para implantação de um processo de certificação de hospitais identificado como Acreditação Hospitalar. Surgiu então, em 1998, o Manual Brasileiro de Acreditação Hospitalar.
Dada a necessidade da existência de um conjunto de regras, normas e procedimentos relacionados com um sistema de avaliação para a certificação dos serviços de saúde, foi constituída 1999, a Organização Nacional de Acreditação (ONA) e, a partir daí, teve início a implantação das normas técnicas, o credenciamento de instituições acreditadoras, código de ética e qualificação e capacitação de avaliadores.
Principais vantagens da Acreditação:
Segurança para os pacientes e profissionais;
Qualidade da assistência;
Construção de equipe e melhoria contínua;
Útil instrumento de gerenciamento;
Critérios e objetivos concretos adaptados à realidade brasileira;
O caminho para a melhoria contínua.
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